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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Clube do Esmalte também é cultura!

Meninas, recebi esse texto por e-mail e quero dividir com vocês.

Um complemento à beleza feminina que tem muita história pra contar:
o esmalte é indispensavelmente, um toque de realce a qualquer produção.

Sinônimo de nobreza, objeto de culto e mais uma marca registrada da estética contemporânea: o esmalte comemora 81 anos, ainda em seu auge.

Surgimento e evolução

Em 1925, o primeiro esmalte de unhas - como o conhecemos hoje - foi lançado. Entretanto, o culto à beleza das unhas vem da antiguidade. No Egito antigo já existia o costume de pintar as unhas e os dedos com henna. Um tipo de esmalte, o mais parecido com o atual, foi criado na China no século III a. C.

Era feito com goma arábica, clara de ovo, gelatina e cera de abelha, formando uma resina natural, dissolvida em óleo. De secagem lenta, após a evaporação, a película absorvia a poeira e era retirada com facilidade. A princípio era usada somente a cor preta, que depois foi ganhando um tom mais claro, até chegar às variações do marrom.

Depois foi a vez do vermelho e dos tons metálicos: os reis pintavam suas unhas como sinal de nobreza, sempre com as cores vermelha e preta. Logo foram substituídas pelo dourado e prateado. No Império Romano passou-se a valorizar o polimento das unhas, que em geral era feito com materiais abrasivos.

Já na China antiga o charme era usar unhas bem compridas. Na idade moderna, em 1800, as unhas femininas eram curtas, moldadas à lima e levemente arredondadas. Ocasionalmente eram perfumadas com óleo vermelho e polidas com couro macio. Imagina a dor que as mulheres sentiam para se encaixar ao padrão da época! Mais de 30 anos depois, na Europa, o físico Dr. Sitts, inspirado nos palitos de dente, desenvolve o primeiro instrumento de manicure.

Com ele, a cutícula podia ser empurrada gentilmente para trás. Antes, a cutícula era removida bruscamente com todo tipo de metal, ácidos e tesouras. A sobrinha do Dr. Sitts, em 1892, desenvolveu um novo instrumental, e passou a fazer palestras sobre como tratar da cutícula em várias cidades européias.

A partir desta iniciativa surgiram os primeiros salões de manicure. Em 1900, eram usadas tesouras e limas metálicas para dar forma às unhas. Para polir, cremes colorantes e pós. O esmalte dessa época, precursor do atual, era aplicado com um pincel de pelo de camelo, entretanto, não permanecia mais que um dia nas unhas.

Em 1910, foi fundada a primeira empresa de produtos de manicure em Nova York, a Flowerey Manicure Products. A empresa produzia o famoso Emery Board, um tipo de lixa metálica que se tornou um produto básico para o tratamento de manicure. Mas, em 1914, uma mulher chamada Ana Kindred registra em Dakota do Norte, EUA, a patente para a proteção das unhas.

Em 1917, a Vogue publica o famoso anúncio “Não Corte a Cutícula.Use a técnica Simplex, de Home Manicuring”. O conjunto incluía um removedor de cutículas, um polidor de unhas, esmalte de unha, uma caneta branqueadora de unha, uma lixa (já de papelão) e um folder com instruções para fazer as unhas em casa.

Nesta época, ainda não havia exatamente um esmalte de unhas. Entretanto, a indústria automotiva criou a base dele, durante o desenvolvimento de esmaltes para carros.

Finalmente, em 1925, foi lançado um esmalte de unha transparente, em tom rosado. Ele é aplicado no meio das unhas - a meia lua e a ponta das unhas ficavam nuas. A responsável pela manicure na Metro Golden Mayer, o então estúdio de cinema mais popular dos Estados Unidos, Beatrice Kaye, afirmava que os anos 20 e 30 eram os anos da manicure estilo meia lua.

A cutícula era removida e a unha preenchida apenas ao centro. Mais tarde, o esmalte seria aplicado à unha nas partes superior e central, mas não junto à raiz. Nessa época, a sociedade proibia mulheres de reputação usar esmaltes muito chamativos, de cores fortes.

Em 1932, os irmãos americanos Charles e Joseph Revlon, juntamente com um químico, criam o esmalte brilhante e colorido com pigmentos, para ser aplicado na unha toda. Nasce, assim, a marca Revlon. Os irmãos também promovem, pela primeira vez, a tendência de maquiar os lábios e unhas da mesma cor.

Em 1970 começa a década dos esmaltes sintéticos. As unhas tornam-se extremamente longas através de várias técnicas, até chegar às postiças usadas hoje. Os esmaltes acrílicos são sucedidos pelos esmaltes de fyber glass, em 1980.

Nos anos 90, a decoração das unhas não é mais limitada aos esmaltes - pedras preciosas e vários acessórios entram em uso. Surge a profissão de designer de unha.

Para os anos 2000, a ordem continua sendo ousar: as combinações de texturas e cores ganham ares futuristas.

Verdadeiras obras de arte podem ser esculpidas nas unhas e não é mais preciso combinar as cores delas com a roupa. Estilos, cores e tendências à parte, as unhas são um cartão de apresentação das mulheres modernas e mais uma marca registrada da personalidade feminina deste século.

por Adriana Lima

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Paixão pelas Cores


Bom, meninas, vocês já conheceram a Vivi, conheceram a Flora e agora é a minha vez!

Meu nome é Mônica, sou de SP, tenho 31 anos e sempre gostei de cores desde muito pequena.

A minha primeira caixa de lápis de cor era de nada mais, nada menos, que 36 Cores e sempre dava jeitinho de utilizar todas.

A gente cresce a paixões e hobbies vão mudando; depois dos lápis e canetinhas, vieram as linhas e o ponto cruz: rapidamente minha coleção de linhas estava completa e faltava tempo pra bordar.

E, de tanto ficar olhando pra mão,comecei a fazer as unhas. Como ia sempre a salões, tinha poucos esmaltes, aí comecei aquela coisa de comprar a mesma cor que pintei no salão pra retornar caso eu estraguasse (o que fatalmente ocorria).

Um belo dia, resolvi que aprenderia fazer minhas unhas e comprei kit completo: alicate, espátula, palito, algodão, acetona e umas 10 cores de esmalte. Como me falta habilidade, o kit foi abandonado após 3 tentativas nas quais eu simplesmente me mutilei e, o pior: as cutículas pulando dos dedos.

Desisti!!! Porém, a coleção de esmalte aumentava a cada dia, porque eu detesto repitir cores e, agora que a indústria percebeu que existem milhares de meninas como nós, decidiram simplesmente lançar inúmeras cores, o meu vício se intensificou e muito!!!

Sim, eu ouço as pessoas da família e amigos próximos dizerem assim: "Mônica mas você já tem muitos esmaltes dessa cor, afinal, vermelho é vermelho!" E logo eu penso se o mundo inteiro ficou daltônico ou se só eu tenho a incrível sensibilidade de distinguir um Toque de Ira (Risqué) de um Vermelho Ivete (Colorama).

Bom, meninas, não tenho limite quado há cores e, mesmo trabalhando num local, vamos dizer, "sóbrio", abuso das cores, de todas as cores.

Acho mesmo que a cor do meu esmalte descreve com precisão o meu humor. Nada me deixa mais bem humorada do que ver minhas unhas belíssimas.

Bom, por hoje é só!

Beijo a todas e até próximo post.